Regras de boa educação

O que não percebemos não é culpa de quem nos explica, cabe-nos a nós perceber o que nos dizem.

Hoje, como ontem ou como amanhã, a verdade está presente em cada palavra, gesto ou silêncio e cada um tem o direito de a procurar, entender e viver como quiser mas é da mais pura boa educação desejar que todos, um dia, de uma vez por todas, encontrem a sua verdade e a entendam e vivam da melhor forma.

Chovem...

...lágrimas que talvez sejam da lua, entre trovões de fúria e de dor, enquanto se esconde na escuridão por saber o quão injusto é o destino.


O sol chega, tanto mais depressa quanto desejado for e muito desejado ele é! Todos aplaudem e sorriem. Ainda nem o pretexto para a lua se esconder está bem claro já as janelas se abrem e as cortinas se afastam para que os raios do divino astro possam aquecer o ar frio e doentio que a lua deixou...e assim se percebe que é no sorriso do sol que se apaga a misteriosa magia da lua, triste e sem brilho próprio não passa senão de uma desilusão. Os erros da lua são as mais fáceis justificações para adorar o sol, e deve ser justo que assim o seja...

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Será que...

...a consciência da fragilidade humana nos pode fazer mais fortes? Será que é preciso que nos lembrem, regularmente dessa mesma fragilidade? O acordar para o pesadelo iminente de perder a coisa mais importante num instante, num suspiro de tempo que quase não nos deixa reacção é a pior das sensações... a angústia asfixiante é um castigo demasiado pesado... mesmo para o mais horrível dos seres. Se eu mereço que me lembrem só a mim.


Sound of silence

Não tem nada de original, título de canção, causa de surdez, indutor de dor ou simplesmente reflexo do estado... Baixar de braços, toalha ao chão, joelhos feridos, lágrimas imaginárias de quem já não tem forças para mais e aterrou violentamente nos espinhos, pedras e lâminas da realidade mais cruel.

Porquê? Já não Estamos nessa idade... E porque não?! É óbvio que é mesmo assim que quer que seja... Hoje já é outra história, quem fica que se arraste, que se afogue na lama imunda e fétida onde sobrevive, em banho-maria, esperando o dia em que, num golpe de misericórdia chegue o doce final que trará o alívio eterno.

Este texto foi escrito borrifando-me no novo acordo ortográfico, na lógica ou em qualquer outra coisa que faça sentido... Não se procure qualquer leitura, interpretação ou paralelo... Só a vida pode ser assim tão irracional.


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